
Regulamentos e Organizações Internacionais:
IOSCO (Organização Internacional das Comissões de Valores Mobiliários): Não é um órgão regulador direto, mas estabelece padrões e coopera para regular os mercados de valores mobiliários em todo o mundo.
GAFI (Grupo de Ação Financeira Internacional): Embora seu foco seja o combate à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo, suas recomendações impactam a regulamentação de investimentos, especialmente em criptoativos.
Regulamentos regionais:
União Europeia:
MiFID II (Diretiva sobre os Mercados de Instrumentos Financeiros II): Regula os mercados financeiros e os intermediários para aumentar a transparência e a proteção do investidor.
RGPD (Regulamento Geral de Proteção de Dados): Embora não seja específico para investimentos, protege os dados pessoais dos investidores, o que é crucial em plataformas online.
Austrália:
ASIC (Comissão Australiana de Valores Mobiliários e Investimentos): Regula as empresas de serviços financeiros para proteger investidores e consumidores.
Reino Unido:
FCA (Autoridade de Conduta Financeira): Regula as empresas de serviços financeiros e protege os consumidores, garantindo a integridade do mercado.
Regulamentações específicas por tipo de investimento:
Criptoativos:
As regulamentações variam muito de país para país. Alguns proibiram certas atividades, enquanto outros estão criando estruturas legais para corretoras, ICOs (Ofertas Iniciais de Moedas) e outros serviços relacionados.
A Lei Mica (Mercados de Criptoativos) é uma regulamentação europeia para criptoativos.
Forex (Mercado Cambial):
Muitos países possuem órgãos reguladores específicos para corretoras Forex, como a FCA no Reino Unido, a CySEC no Chipre e a ASIC na Austrália.

